

Sob um discusso moralizador de combate à corrupção, fim da grilagem de terras e eficiência da máquina pública, suas primeiras ações como Governador foram a derrubada de moradias populares no Parque da Vaquejada, em Ceilândia, e a retirada das famílias da Coopativa, no SIA. Esta "operação de limpeza", que tinha o objetivo de expulsar moradores pobres das áreas de grande valor imobiliário, antecedeu o debate sobre o Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT).
O "choque de gestão", realizado no início do atual governo, ocasionou a demissão de mais de 10 MIL funcionários contratados por meio de cargo de confiança e a redução das secretarias. A FARSA: o mesmo número de servidores já foi recontratado, o que demonstra que a ação foi apenas um golpe para ganhar a mídia, além de meio para beneficiar amigos e aliados políticos.
Alegando ineficiência do funcionalismo público, Arruda promove o desmonte da máquina pública e o corte de gastos e investimentos sociais. É bom lembrar que sem Estado forte e preparado não há políticas para garantir emprego, educação e saúde, dentre outros direitos.
A imprensa contribui na construção de uma imagem eficiente e benevolente do Governador, atribuindo ao seu mandato conquistas que são fruto da permanente e incansável luta dos trabalhadores do Distrito Federal.

- Proposta de construção de imóveis de alto padrão em áreas nobres da cidade, como o Setor Noroeste, desconsideram demanda de 120 mil moradias populares.
- Ocupação territorial desordenada ameaça o meio ambiente. (A construção do Setor Noroeste pode causar danos ao Lago Paranoá e à Reserva do Parque Nacional).
- Derrubada de obras de arte e ameaça de demolição do Teatro Oficina Perdiz beneficia empreiteiras e vai CONTRA a cultura popular.
- Formação de docentes e estudantes é "barateada" e escolas são sucateadas.
- Professores são substituídos por monitores e o ensino nas escolas é precarizado pela imposição do TELECURSO 2000 à turmas da rede pública. Governo omite os critérios de contratação dos serviços e preços pagos à Fundação Roberto Marinho.
- Expansão da frota de ônibus urbanos é insuficiente e não atende às necessidades dos trabalhadores. Os intervalos de freqüência das linhas continuam enormes.
- Portadores de necessidades especiais continuam com dificuldades de locomoção, pois os ônibus urbanos não foram adaptados às suas necessidades.
- Ação de Inconstitucionalidade movida pelo ARRUDA questiona o Passe Livre aprovado pela Câmara Legislativa.
- Falta de medicamentos, materiais e infra-estrutura nos postos e hospitais e a privatização dos serviços básicos resumem as políticas de saúde do atual governo. - Proposta de alteração da lei 4.081/2008, que tramita em regime de urgência na Assembléia Legislativa permitirá ao governo do Distrito Federal terceirizar serviços, contratando empresas sem licitação, a começar pelo Hospital de Santa Maria - ainda em construção.
- Proposta de privatização do BRB favorece lucro do capital privado e retira do Estado mais uma responsabilidade.
Convidamos todos os cidadãos do Distrito Federal a irem às ruas e denunciar as MENTIRAS do Governo Arruda!
Coordenação dos Movimentos Sociais no Distrito Federal – CMS/DF